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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

“Casamento gay não existe”, diz pastor; vídeo viralizou nas redes sociais;

Martins destaca que o conceito de casamento e família é anterior ao Estado, e portanto, os governos não podem interferir naquilo que é um dos pilares da sociedade
As discussões em torno do casamento entre pessoas do mesmo sexo são uma constante na sociedade atual, com ativistas LGBT transformando preferências sexuais em bandeiras políticas.
A sociedade brasileira, assumidamente conservadora, assiste às discussões de forma tolerante, mas cada vez mais tem optado por opinar sobre o tema quando surgem oportunidades. Nesse contexto, um vídeo do teólogo e pastor Yago Martins, falando sobre a origem do casamento e a impossibilidade de uma “união consensual afetiva” entre pessoas do mesmo sexo ser comparada ao matrimônio, superou a marca de 2 milhões de compartilhamentos no Facebook.

Em sua explanação, Martins destaca que o conceito de casamento e família é anterior ao Estado, e portanto, os governos não podem interferir naquilo que é um dos pilares da sociedade e que inclusive contribuem de forma decisiva para a manutenção dele próprio.
“É um assunto muito amplo e muitas coisas poderiam ser ditas sobre isso. Mas eu tenho que começar chocando. O meu ponto é simples: casamento gay não existe e não importa o que o governo tente fazer para nos dizer que existe. Ele não tem autonomia para gerenciar, decidir o que o casamento é ou não é […] Antes de tudo, o matrimônio é uma estrutura que vem da ordem da criação. Ele vem da ordem natural das coisas. O governo / Estado não inventou o casamento. Ele só reconheceu o casamento, porque a Família é anterior ao Estado”.

É necessário que ela cresça e eu diminua João 3:30

Reportagem do Domingo Espetacular pedofilia não é arte foi um dos assuntos mais comentados no Twitter

A exibição de imagens de pedofilia, zoofilia e o vídeo que mostrava uma criança tocando o corpo nu de um homem sob o título de arte deixou muitos brasileiros contrariados. Por isso, quando a Globo tentou justificar esses abusos, a hashtag #globolixo acabou entrando para os principais assuntos do Twitter no mundo.
A rede Globo exibiu na semana passada um longa matéria tentando taxar de intolerantes todos os que reclamaram nas redes sociais da indecência exibidas nas mostras Queermuseu (Porto Alegre) e MAM (São Paulo).



A exibição de imagens de pedofilia, zoofilia e o vídeo que mostrava uma criança tocando o corpo nu de um homem sob o título de arte deixou muitos brasileiros contrariados. Por isso, quando a Globo tentou justificar esses abusos, a hashtag #globolixo acabou entrando para os principais assuntos do Twitter no mundo.
Neste domingo, a rede Record abordou o assunto de uma maneira completamente diferente, mostrando estar em maior sintonia com o pensamento dos brasileiros.

A Reportagem da Semana, que tomou um bloco inteiro do Domingo Espetacular, ouviu especialistas e mostrou de maneira inequívoca que houve abuso infantil nos museus.

A diferença na abordagem fez com que a hashtag #ParabensRecord chegasse aos trending topics.
De forma mais clara que sua concorrente, a Record ouviu especialistas como a psicóloga Roseli Sayão e o escritor Leandro Narlock, que mostraram o ponto de vista dos conservadores, repudiando não as “manifestações artísticas” em si, mas o fato de crianças terem livre acesso a coisas que não possuem maturidade para discernir.

Ao longo dos mais de 15 minutos da matéria, a Record também expôs a hipocrisia do movimento de artistas denominado #342Artes, que tentou ao longo da semana fazer protestos do que consideram censura.

Ficou mais uma vez evidenciado que o grupo, liderado por Caetano Veloso, segue uma agenda política de esquerda, contrária aos valores familiares da maioria dos brasileiros. A matéria mostrou inclusive que Caetano aos 40 anos teve relações sexuais com uma menina de apenas 13 anos, crime previsto em lei no Brasil. O ato criminoso já prescreveu, mas mostrou por que Caetano se incomoda tanto com essa questão.

Reportagem do Domingo Espetacular foi um dos assuntos mais comentados do Twitter
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sábado, 14 de outubro de 2017

Marco Feliciano critica artistas de esquerda: “hipócritas e desonestos”

Deputado ataca rede Globo e exibições de arte pornográficas
Em meio ao embate que tomou conta das redes sociais nas últimas semanas, onde vários artistas tentaram justificar a imoralidade de exposições como o Queermuseu e a “performance” do homem nu no MAM, um dos termos mais usado foi que estavam censurando a “arte” deles.

Usando uma antiga tática política, um grupo comandado pelo cantor Caetano Veloso e sua esposa Paula Lavigne, que assumiram o nome de #342Artes, argumentavam que a arte no Brasil estava sendo atacada pelos conservadores e líderes religiosos.
Uma das estratégias do grupo foi gravar vídeos, onde muitos artistas conhecidos pelas suas novelas na Globo, reclamam de sofrerem “censura e difamação”.

Curiosamente, o uso do número 342 é uma derivação de um movimento político encabeçado por Caetano, que refere-se ao número de votos necessários no Congresso para afastar o presidente Michel Temer do cargo. Ou seja, tudo faz parte de uma orquestração mais ampla, dirigida por militantes de esquerda, que despejou milhões nas contas de muitos desses artistas com os benefícios da Lei Rouanet.

Atento a mais essa tentativa de manipular a população, o deputado Marco Feliciano (PSC/SP) resolveu confrontá-los em um vídeo onde não poupa críticas. Usando repetidas vezes o termo “hipócritas”, o parlamentar denuncia a seletividade dos artistas.

“Os notáveis superseres intelectuais, descolados e chamados de artistas, protegidos pela mãe Globo e todos os seus asseclas, estão em campanha para defender exposições de sexo e nudez para nossas crianças”, disparou logo no início do material que publicou em suas mídias sociais.

Em seguida, fez um apanhado de incoerências da rede Globo, que divulgou meias verdades e ocultou imagens ao falar sobre as exposições nos museus. Questionou também a postura de Caetano Veloso, que recentemente tentou censurar a publicação de biografias não autorizadas.

Feliciano apontou ainda para o completo silêncio da classe artística quando movimentos de esquerda tentavam barrar a exibição do documentário sobre o professor Olavo de Carvalho, o Jardim das Aflições.

O pastor aproveitou para mostrar a hipocrisia de artistas como Leandra Leal, que ao mesmo tempo em que faz campanha aberta pela legalização do aborto diz que se importa com as crianças do país ao pedir dinheiro no “Criança Esperança”.

No encerramento do vídeo Feliciano deixou um recado claro: “Estes artistas que defendem a nudez, a tal arte bizarra que de arte não tem nada, é crime mesmo, não merecem o nosso respeito… Deixem as nossas crianças em paz. A nossa família merece respeito”.
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